{"id":684,"date":"2011-12-18T11:07:04","date_gmt":"2011-12-18T13:07:04","guid":{"rendered":"http:\/\/omochileiro.wordpress.com\/?p=684"},"modified":"2020-04-07T10:08:16","modified_gmt":"2020-04-07T13:08:16","slug":"medicos-sem-fronteiras-40-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/2011\/12\/18\/medicos-sem-fronteiras-40-anos\/","title":{"rendered":"Blogs pelo mundo dos M\u00e9dicos Sem Fronteiras"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.laerte.com.br\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"M\u00e9dicos Sem Fronteiras\" src=\"http:\/\/omochileiro.files.wordpress.com\/2011\/12\/msf.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/a>Atualizado em 07\/04\/2020<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.msf.org.br\">M\u00e9dicos Sem Fronteiras<\/a> \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria independente cuja <a href=\"http:\/\/www.msf.org.br\/conteudo\/4\/quem-somos\/\">miss\u00e3o<\/a> primordial \u00e9 levar ajuda \u00e0s pessoas que mais precisam, <a href=\"http:\/\/www.msf.org.br\/msf-no-mundo\">em qualquer lugar do mundo em que estejam<\/a> e quando isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, ao menos tornar p\u00fablicas as situa\u00e7\u00f5es enfrentadas pelos pa\u00edses que sofrem.<\/p>\n<p>Em tempos de covid-19, corona v\u00edrus, mal\u00e1rias e o recrudescimento de regimes ditatoriais mundo afora, o MSF \u00e9 fundamental para dar alento a um sem n\u00famero de pessoas desprotegidas.<\/p>\n<p>Os caras tem um time de mais de vinte mil pessoas, nas mais diversas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o,\u00a0espalhados por 65 pa\u00edses, atuando diariamente em situa\u00e7\u00f5es de desastres naturais, fome, conflitos, epidemias e combate a doen\u00e7as negligenciadas. Desde\u00a0<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/MedicosSemFronteiras?sk=app_176217385757369\">1971<\/a>, sobrevivem totalmente\u00a0independentes de qualquer governo e se sustentam basicamente por contribui\u00e7\u00f5es privadas. \u00c9 identidade, responsabilidade, moral, atitude.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Al\u00e9m de oferecer atendimento em situa\u00e7\u00f5es de extrema urg\u00eancia, a ONG tamb\u00e9m se faz presente em locais onde o sistema de sa\u00fade n\u00e3o funciona, ou n\u00e3o existe. A organiza\u00e7\u00e3o oferece cuidados de sa\u00fade b\u00e1sica e de preven\u00e7\u00e3o em campos de refugiados, \u00e1reas de grande instabilidade ou extremamente isoladas, <a href=\"http:\/\/www.msf.org.br\/msf-no-mundo\">tudo documentado e aberto<\/a>\u00a0para quem se disponha.<\/p>\n<p>Um dos diferenciais para o sucesso dos MSF \u00e9 provavelmente a transpar\u00eancia. Seu <a href=\"http:\/\/www.msf.org.br\">site<\/a> \u00e9 composto de vasto material de diversas m\u00eddias e documenta\u00e7\u00e3o complet\u00edssima, o que motiva seus funcion\u00e1rios, volunt\u00e1rios e doadores a seguirem firmes na miss\u00e3o. Newsletters, redes sociais e peri\u00f3dicos de todo tipo s\u00e3o encaminhados com frequ\u00eancia aos colaboradores, mostrando exatamente como os recursos s\u00e3o empregados. E blogs, aos montes, atualizad\u00edssimos e sinceros, sobre tudo que os ativistas fazem, enxergam e denunciam.<\/p>\n<p>Chamados de <a href=\"https:\/\/www.msf.org.br\/diarios-de-bordo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">di\u00e1rios de bordo<\/a>, os textos podem ser filtrados por pa\u00eds, profissional e ano. A visita vale ouro. A aula \u00e9 de humanidade, de solidariedade, de firmeza, de cultura, de vida. Colo abaixo <em>debut<\/em> da m\u00e9dica <a href=\"https:\/\/www.msf.org.br\/diarios-de-bordo\/autores\/rachel-esteves-soeiro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Rachel Esteves<\/a>, que d\u00e1 uma bela id\u00e9ia do que voc\u00ea vai encontrar por l\u00e1.<br \/>\nBoa leitura e reflex\u00e3o a todos.<\/p>\n<p>&#8220;<em><strong>Parte 1- 7 de Novembro<\/strong>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Sempre quis trabalhar com servi\u00e7o humanit\u00e1rio, mesmo antes de entrar na faculdade de medicina. No primeiro ano da faculdade procurando organiza\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas humanit\u00e1rias, descobri M\u00e9dicos Sem Fronteiras (MSF). No terceiro ano, fui a uma palestra sobre MSF na minha universidade e tive certeza que queria trabalhar com eles.<\/em><\/p>\n<p><em>Quando terminei a faculdade, trabalhei dois anos e depois fui fazer minha especializa\u00e7\u00e3o em Medicina de Fam\u00edlia e Comunidade, assim que terminei a resid\u00eancia enviei meu curr\u00edculo e fui chamada para o recrutamento. Ap\u00f3s uma semana de espera angustiante, eles me telefonaram e disseram que eu tinha perfil para trabalhar com MSF. Chorei de felicidade e comecei a aguardar minha miss\u00e3o, que veio tr\u00eas semanas depois com uma proposta para trabalhar num projeto de desnutri\u00e7\u00e3o com crian\u00e7as de 0 a 5 anos no Niger.<\/em><\/p>\n<p><em>Para mim foi perfeito, sempre quis trabalhar na \u00c1frica e adoro pediatria, durante a resid\u00eancia trabalhei em v\u00e1rios hospitais dando plant\u00e3o de pediatria.<\/em><\/p>\n<p><em>A parte mais dif\u00edcil de tudo foi deixar o Brasil, a despedida da fam\u00edlia e dos amigos foi muito dif\u00edcil. Os primeiros dias na \u00c1frica foram bem dif\u00edceis por causa da saudade, mas mesmo longe, foram eles que facilitaram a minha adapta\u00e7\u00e3o. Apesar da conex\u00e3o ruim com a internet, conseguimos nos falar por e-mail.<\/em><\/p>\n<p><em>O Niger \u00e9 um dos pa\u00edses mais pobres do mundo. Tem o segundo pior \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo. A mis\u00e9ria \u00e9 enorme. A maioria das pessoas fala Haussa ( a l\u00edngua local), quem tem a oportunidade de ir \u00e0 escola fala franc\u00eas, como as pessoas que trabalham no hospital. O pa\u00eds \u00e9 mu\u00e7ulmano, o que dificulta o controle de natalidade. A taxa \u00e9 de sete crian\u00e7as por mulher.<\/em><\/p>\n<p><em>Estamos no meio do deserto do Sahara e aqui tem areia por todos os lados, sem uma gota d\u2019\u00e1gua. Fruta aqui \u00e9 luxo. A alimenta\u00e7\u00e3o deles \u00e9 basicamente milho e carne de cabra (para os que podem compr\u00e1-la), por isso a desnutri\u00e7\u00e3o \u00e9 um grande problema aqui. Outro problema enorme \u00e1 falta de higiene o que possibilita todas as doen\u00e7as infecciosas.<\/em><\/p>\n<p><em>Apesar de j\u00e1 ter tido uma boa experi\u00eancia no Brasil, confesso que ao chegar aqui foi um grande desafio aprender a reconhecer a diferen\u00e7a entre uma crian\u00e7a desnutrida e desidratada, se a diarreia \u00e9 infecciosa ou causada pela re-nutri\u00e7\u00e3o. Sem falar que a resposta delas aos antibi\u00f3ticos \u00e9 completamente diferente da reposta de uma crian\u00e7a saud\u00e1vel.<\/em><\/p>\n<p><em>Outro desafio foi a mal\u00e1ria. O N\u00edger \u00e9 uma \u00e1rea end\u00eamica de mal\u00e1ria e ela \u00e9 uma doen\u00e7a terr\u00edvel, as crian\u00e7as chegam em coma e super an\u00eamicas no hospital.<\/em><\/p>\n<p><em>O hospital possui quatro pr\u00e9dios. Um \u00e9 a pediatria, onde ficam as crian\u00e7as (com menos de cinco anos) com qualquer doen\u00e7a, mas que n\u00e3o s\u00e3o mal-nutridas. Outro que \u00e9 a Unidade de Cuidados Intensivos, onde ficam as crian\u00e7as graves, mal-nutridas ou n\u00e3o, e as crian\u00e7as que dever\u00e3o ser transfundidas (receber transfus\u00e3o de sangue).<\/em><\/p>\n<p><em>Os outros dois s\u00e3o chamados de Creni (sigla em franc\u00eas para Centro Intensivo de Reabilita\u00e7\u00e3o Nutricional). Eles s\u00e3o divididos em fase 1 (onde ficam as crian\u00e7as que est\u00e3o iniciando a alimenta\u00e7\u00e3o por sonda nasog\u00e1strica); transi\u00e7\u00e3o (onde ficam as crian\u00e7as que j\u00e1 come\u00e7am a beber o leite mais cal\u00f3rico pela boca); e fase 2 (na qual as crian\u00e7as recebem leite e Plumpy Nut, uma pasta de amendoim super proteica e super cal\u00f3rica.<\/em><\/p>\n<p><em>Os mal-nutridos passam por todas as fases para receberem alta. E, geralmente, os mal-nutridos t\u00eam outras doen\u00e7as associadas, diarreia, pneumonia, mal\u00e1ria, anemia falciforme&#8230;.nunca fica s\u00f3 na desnutri\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>No hospital somos duas m\u00e9dicas expatriadas (eu e uma pediatra alem\u00e3), cinco m\u00e9dicos nigerinos, tr\u00eas enfermeiros nacionais respons\u00e1veis pela pediatria, pelo Centro Intensivo de Reabilita\u00e7\u00e3o Nutricional (Creni) e Cuidados Intensivos e um enfermeiro expatriado respons\u00e1vel por todo o hospital. Cada servi\u00e7o trabalha ainda com dois ou tr\u00eas enfermeiros, os assistentes nutricionais e os Health Promoters, respons\u00e1veis pela educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade.<\/em><\/p>\n<p><em>MSF \u00e9 respons\u00e1vel pelo hospital e por cinco centros de sa\u00fade, chamados Crenas, onde as crian\u00e7as desnutridas que recebem alta do hospital s\u00e3o acompanhadas. L\u00e1 as crian\u00e7as passam por consultas e s\u00e3o encaminhadas para interna\u00e7\u00e3o, quando necess\u00e1rio.<\/em><br \/>\n<em>Nossa \u00e1rea total de abrang\u00eancia \u00e9 de 400 mil pessoas e tem Crenas que fica a duas horas de dist\u00e2ncia do hospital (na fronteira com a Nig\u00e9ria). Se os carros do MSF n\u00e3o buscassem as crian\u00e7as que precisam de interna\u00e7\u00e3o todos os dias, elas jamais teriam acesso ao hospital.<\/em><\/p>\n<p><em>As consultas no Crenas come\u00e7am \u00e0s 7 horas. Os carros saem logo cedo para buscar as crian\u00e7as e, a partir das 10 horas da manh\u00e3, j\u00e1 come\u00e7am a chegar cheios. O hor\u00e1rio de pico \u00e9 de 13 \u00e0s 14 horas, mas \u00e0s vezes chega um carro atrasado, \u00e0s 17 horas, que partiu para buscar uma urg\u00eancia mas \u00e9 raro.<\/em><\/p>\n<p><em>O m\u00e9dico respons\u00e1vel pelas admiss\u00f5es acompanha a evolu\u00e7\u00e3o dos pacientes na fase dois, o que teoricamente, \u00e9 mais simples, porque j\u00e1 \u00e9 a porta de sa\u00edda. Mas \u00e9 horr\u00edvel. Voc\u00ea est\u00e1 l\u00e1 consultando as criancinhas e chega um carro cheio de admiss\u00f5es, somos obrigados a largar tudo, fazer as interna\u00e7\u00f5es e depois voltamos para continuar as consultas.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.msf.org.br\/diarios-de-bordo\/medica-rachel-esteves-enfrenta-o-periodo-de-pico-da-malaria-no-niger\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.msf.org.br\/diario-bordo\/305\/<\/a><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0 \u00a0Apoiamos<\/span><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.msf.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/d90zmdc6olc7q.cloudfront.net\/sites\/default\/files\/logo-medicos-sem-fronteiras.png\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"80\" \/><\/a><\/p>\n<p>Leia tamb\u00e9m:<\/p>\n<h1 id=\"page-title\" class=\"title\">Medidas r\u00edgidas de distanciamento social s\u00e3o fundamentais para conter a Covid-19<\/h1>\n<div class=\"cpanel-custom-tpl \">\n<div class=\"region region-content\">\n<div id=\"block-system-main\" class=\"block block-system\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"panel-flexible panels-flexible-937 clearfix\">\n<div class=\"panel-flexible-inside panels-flexible-937-inside\">\n<div class=\"panels-flexible-region panels-flexible-region-937-center panels-flexible-region-first panels-flexible-region-last\">\n<div class=\"inside panels-flexible-region-inside panels-flexible-region-937-center-inside panels-flexible-region-inside-first panels-flexible-region-inside-last\">\n<div class=\"panel-pane pane-entity-field pane-node-field-subtitulo\">\n<div class=\"pane-content\">\n<div class=\"field field-name-field-subtitulo field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\"><a href=\"https:\/\/www.msf.org.br\/noticias\/medidas-rigidas-de-distanciamento-social-sao-fundamentais-para-conter-covid-19\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Conhe\u00e7a o Posicionamento de M\u00e9dicos Sem Fronteiras Brasil para o combate ao coronav\u00edrus<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1 id=\"page-title\" class=\"title\">COVID-19: um medo que \u00e9 novo para mim<\/h1>\n<div class=\"cpanel-custom-tpl \">\n<div class=\"region region-content\">\n<div id=\"block-system-main\" class=\"block block-system\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"panel-flexible panels-flexible-1044 clearfix\">\n<div class=\"panel-flexible-inside panels-flexible-1044-inside\">\n<div class=\"panels-flexible-region panels-flexible-region-1044-center panels-flexible-region-first panels-flexible-region-last\">\n<div class=\"inside panels-flexible-region-inside panels-flexible-region-1044-center-inside panels-flexible-region-inside-first panels-flexible-region-inside-last\">\n<div class=\"panel-pane pane-entity-field pane-node-field-subtitulo\">\n<div class=\"pane-content\">\n<div class=\"field field-name-field-subtitulo field-type-text field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\"><a href=\"https:\/\/www.msf.org.br\/diarios-de-bordo\/covid-19-um-medo-que-e-novo-para-mim\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Gabriela Rom\u00e9ro fala sobre a atual pandemia e a coragem que encontra ao lembrar dos colegas de MSF no Congo<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atualizado em 07\/04\/2020 M\u00e9dicos Sem Fronteiras \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria independente cuja miss\u00e3o primordial \u00e9 levar ajuda \u00e0s pessoas que mais precisam, em qualquer lugar do mundo em que estejam e quando isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, ao menos tornar p\u00fablicas as situa\u00e7\u00f5es enfrentadas pelos pa\u00edses que sofrem. Em tempos de covid-19, corona v\u00edrus, mal\u00e1rias e &hellip; <a href=\"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/2011\/12\/18\/medicos-sem-fronteiras-40-anos\/\" class=\"more-link\">Continue lendo<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;Blogs pelo mundo dos M\u00e9dicos Sem Fronteiras&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_bos_mb_destination":[""],"footnotes":""},"categories":[3,7,14,24],"tags":[92,103,520,527,220,526,522,327],"class_list":["post-684","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ativismo","category-cultura","category-internet","category-relatos","tag-ativismo","tag-blogs","tag-coronavirus","tag-covid19","tag-internet-2","tag-medicos","tag-saude","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/684","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=684"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/684\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11286,"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/684\/revisions\/11286"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=684"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=684"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/omochileiro.blog.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=684"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}